segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os novos hérois?

Postado por Paola Araújo às 11:12 0 comentários
Gente vou ser honesta com vocês, eu não sou do tipo que post esse tipo de coisa aqui no blog e ele nem foi feito pra isso, nunca fiz meu blog pra criticar ou especular alguma, mas sentir uma necessidade muito grande em dizer algo sobre um comentário que ouvi e tenho certeza que milhões de pessoas também ouviram.
Bial diz: ”Os novos herois do BBB11”
Vou ser honesta, pra mim héroi é quem acorda as 5 da manhã pra ter que pegar três onibus pra chegar no trabalho, e chega em casa à noite sem conseguir pegar o filho acordado porque teve que pegar mais três ônibus pra voltar. Herói, é quem enfrenta um câncer sem perder a fé. Héroi é aquela pessoa que dedica uma parte do seu dia para fazer o bem. É aquela mãe que não abandona seu filho, mesmo quando o resto do mundo já os abandonou. Então, me desculpe Pedro Bial, mas acho que você deveria procurar outro adjetivo para definir os participantes de um reality-show.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A Eficácia do Riso

Postado por Paola Araújo às 14:00 1 comentários
Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h. 


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas. 
Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A Diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista

Postado por Paola Araújo às 14:36 1 comentários
No mês passado o listão da UFPA saiu, e eu tive muitos motivos pra ficar super  triste por não ter passado, porém, uma das minhas melhores amiga passou e isso foi o suficiente pra eu esquecer qualquer tristeza e comemorar muito com ela, a sortuda passou em psicologia pela Universidade Federal do Pará. Agora qualquer louco pode ser psicólogo, essa foi à frase utilizada por uma amiga nossa pra dar os parabéns a nova universitária Raissa Brito. Depois de muito comemorar eu me perguntei porque ela tinha escolhido esse curso e o que ela sabia sobre ele, bom ela me explicou, porém curiosa do jeito que sou andei fazendo um pesquisa e acabei descobrindo a resposta pra uma duvida que eu tinha a muito tempo. Qual a diferença entre psiquiatra, psicóloga e psicanalista?

O termo “psi”, bastante utilizado pelas pessoas, muitas vezes pode ser permeado de confusão quanto aos significados, principalmente quando se refere aos profissionais indicados por este termo: psiquiatra, psicólogo ou psicanalista.


O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria, esta é composta de 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.


O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilita o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras.


O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental.


O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseado nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cansada demais

Postado por Paola Araújo às 15:54 1 comentários

Eu estou cansada de tudo. Quem dera o meu cansaço fosse resolvido na cama depois de umas 12 horas de sono. Mas quem está cansado como eu sabe o tanto de tempo que se gasta entre deitar e descobrir que não consegue mais dormir. Cansaço físico é só mais uma necessidade do corpo, o tipo de necessidade que um enxame de demônios zumbindo constantemente na cabeça não me me permite mais desfrutar.
Eu estou cansada, cara! Cansada de tudo e de todo mundo. Cansada da forma como eu encaro as coisas, cansada do comodismo (o comodismo é o mau parasitário), cansada do velho (eu vejo um museu de grades novidades). O novo já nasce velho.
 Eu queria reinventar a vida, reinventar os valores, as pessoas, reinventar as atitudes, os preconceitos. Depois de centenas de milhares de anos de evolução, o mundo a cada dia dá mais um passo pro vazio (nos perderemos entre monstros da nossa própria criação). Já faz tanto tempo.. "o encanto está perdido", tanto tempo.. as pessoas não se respeitam mais, tanto tempo, eu já não sei mais. Tanto tempo que alguém não deita e "olha" pro mundo e pensa na vida e se sente a pessoa mais feliz do mundo por estar ali fazendo nada. Quem dera as pessoas soubessem que quem vê, muitas vezes não enxerga, só vê.. As pessoas estão se esquecendo de pensar =/ Eu fico triste com tudo, cara! Com a ignorância do mundo; eu tenho tantos propósitos, tantos planos tantos objetivos que eu me perco nos meus pensamentos.. e eu queria tanto que as pessoas pensassem também, que tivessem preocupações maiores, que se interessassem pela VIDA. Que importância tem quantas pessoas você beijou numa micareta? Que importância tem qual é a próxima festa e se você tem um vestido bacana pra ir? Cara.. isso não é nada...
As pessoas estão se tornando desnecessárias, fúteis não precisa nem falar...
Eu não escrevo isso achando que eu estou mudando alguma coisa, (isso, sim, seria ilusão, hein), ou mudando qualquer coisa na vida de alguém.. porque eu sei que muitas poucas pessoas conseguiram chegar até o final desse texto.. dá pra entender agora do que eu estou tão cansada?

Exausta de mais pra decidir, cansada demais pra acredita

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Confesso que errei

Postado por Paola Araújo às 18:42 0 comentários
Essa é sem dúvida, uma frase sonora, clara, simples, com um enorme poder intrínseco. Ela desarma qualquer um e desmonta todo e qualquer pré-julgamento feito a respeito de determinado assunto. Confessar um erro é uma atitude altruísta, linda, muito nobre. É dizer que a vida está fazendo presente, e que como todo ser que habita essa terra, temos a obrigação de apresentar, e o direito de errar. Parece simples. Tudo o que precisamos fazer é assumir que erramos. Precisamos ter coragem para enfrentara nós mesmos de cabeça erguida, sabendo que a maior parte de nossos conhecimentos e comportamentos, nasce da busca pelo acerto, que passa quase que invariavelmente pelo acerto. 


É a tal história, errar é humano. Sabemos disso. Todos já ouvimos e também dissemos isso. Temos convicção que para crescer, precisamos aprender e o processo de aprendizagem é em geral grande parte, baseado em tentativas e erro. Em outras palavras, precisamos errar para aprender a acertar. Dessa forma, os erros que cometemos ao longo das nossas vidas, deveriam ser aceitos por nós e pelos outros de uma maneira natural. Mas na grande maioria das vezes não é bem assim que funciona. Não lidamos bem com erros nossos e muito menos com os dos outros. Às vezes não conseguimos ver onde nem como erramos, porque não estamos programados  para  isso . Crescemos em uma sociedade que não dá espaço para os errantes e discrimina os aprendizes. Somos quase fadados a ser robôs, pessoas que querem e buscam a perfeição para ter aceitação. Detectar erros é uma habilidade. Assumi-los  é uma virtude. Concertá-los é um desafio. 


Algumas pessoas são incapazes de se permitir errar. acham que errar e admitir tal erro demonstra fragilidade e incapacidade. Outros se deixam errar demais, porque encaram a vida de uma maneira tão digamos, permissiva, que erram sem procurar acertar. Isso sim é um problema. E como todo problema merece ser acompanhado de perto para que a coisa não tome uma proporção gigantesca e não possa ser revista. Na minha opinião, são essas posturas equivocadas que adotamos diante de um erro que dificultam nossa compreensão sobre tal erro e ainda nos afastam do aprendizado e da busca pela solução do problema. Uma vez que começamos a lidar melhor com o fato que errar faz parte do processo de aprendizagem, e que erramos buscando acertar, então não há de que se envergonhar e admitir se torna algo mais brando. menos aterrorizante. Ao conseguirmos adotar uma postura mais positiva, face a um erro, facilmente poderemos perceber qual foi a nossa falha e nos preparar para concertar e fazer numa próxima vez. No fundo, precisamos aprender com nossos erros. Negá-los não nos permite isso, aceitá-los, sim. As conseqüências dos erros virão e então será necessário ver as coisas positivamente para que sejamos capazes de administra-las de uma maneira tranqüila, sem nos culpar o tempo todo.


Não estou, de forma alguma, levantando a bandeira da compreensão e aceitação total e irrestrita dos erros de todos.
Na verdade, simplesmente digo que precisamos encarar nossos erros e os dos outros, como parte de um processo de construção de quem somos e das coisas que fazemos, para que possamos errar com dignidade, assumir com facilidade e aprender com inteligência.
                              
                                           (Dr. Mariella Braga) :}


                                                                                                                          
 

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